
Medo é sede que não sacia
Palavras flutuam no álcool da paixão
E na tontura do encostar aos poucos
Da inquietude do beijo que marcou
Do reencontro de fugitivos olhares
Nos permitimos em minutos eternos
Dançamos os lábios em transe
Em suspiros fortes, sentimos o outro
O hálito de vontade úmido do incendiar
Pelos e toques, turbilhão de ânsia verde
Mãos nos corpos, dedos involuntários
Ai, sorriso que teima em me lembrar
As cadeiras defronte que se uniram
O arrepio ao esfriar toda a linha do dorso
Logo, fingimos que não nos doamos
Mas no ínfimo tempo do mundo inútil fora dali
Fomos um misto de medo e sentidos à flor
Escaldado em sorrisos de uma boca única, viril

tuas poesias são como colirio para meus olhos,
ResponderExcluirsão como a felicidade de uma criança que ganha um doce que tanto queria,mas é mais que isso ,é como um amigo que reencontra o outro depois de anos...
by :(his faithful disciple)
Tuas poesias são uma janela pra tua alma.
ResponderExcluirQue está exalando uma paixão avassaladora como o teu olhar!
B...,fico muito feliz em ser a primeira pessoa após vc mesmo é claro a ler "teus" sorrisos
ResponderExcluirlinda como vc!
♥